Publicado por: biancarabelo | 6 de Janeiro de 2011

Cuidados Paliativos

Boa noite à todos!! Primeiramente gostaria de agradecer pelas 13.000 visitas em 2010, muito obrigada a todos que tornam esse blog possível, obrigada mesmo! E também gostaria de desejar a todos um FELIZ 2011, muita luz no caminho de vocês!

E como eu falava de 2010, foi um ano incrível na minha vida, mas tenho certeza que 2011 será ainda melhor!! Esse último semestre eu e o meu grupo de Monografia tivemos que escolher o tema do nosso TCC. Depois de muitas dúvidas e conselhos resolvemos abordar um tema que é muito pouco abordado no Brasil e no mundo, Cuidados Paliativos. Falar de morte nos dias de hoje é algo incomum, algo que ninguém gosta de falar, não é como nos tempos de nossos avós que era apenas um acontecimento natural da vida. Pois bem, a definição que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu à cuidados paliativos foi: “uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.”

O nosso trabalho irá falar de cuidados paliativos em pacientes terminais. Imaginem vocês, um paciente, em um hospital, por exemplo, com câncer em estágio terminal. Ele tem os dias contados de vida. Porém, ele é um indivíduo que tem família, tem necessidades, pode ter dor, tem vontades e desejos. E aonde o enfermeiro entra nessa história? Na verdade, o cuidado prestado a esse paciente seria proporcionar controle dos sintomas físicos (dor), intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto.

“No Brasil, as atividades relacionadas a Cuidados Paliativos ainda precisam ser regularizadas na forma de lei. Ainda imperam no Brasil um enorme desconhecimento e muito preconceito relacionado aos Cuidados Paliativos, principalmente entre os médicos, profissionais de saúde, gestores hospitalares e poder judiciário. Ainda se confunde atendimento paliativo com eutanásia e há um enorme preconceito com relação ao uso de opióides, como a morfina, para o alívio da dor.
Ainda são poucos os serviços de Cuidados Paliativos no Brasil. Menor ainda é o número daqueles que oferecem atenção baseada em critérios científicos e de qualidade.  A grande maioria dos serviços ainda requer a implantação de modelos padronizados de atendimento que garantam a eficácia e a qualidade.” (ANCP / Novembro de 2009)

Em breve publicarei mais noticias desse assunto tão amplo e tão importante, que deve ser mais abordado.

Tenham uma ótima semana, grande beijo!


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